Saúde mental nas escolas. Precisamos falar sobre isso

É da sua conta, sim. A saúde mental não pode ser preocupação só de quem vivencia algum tipo de sofrimento. Essa é uma responsabilidade coletiva, que afeta todos que cercam quem convive com sintomas como desânimo, apatia, tristeza e desinteresse por atividades que, antes, eram as favoritas.

Não é mais possível ficar de fora disso, pois as informações estão aí, ao alcance de todos. E, para que se construa uma sociedade mais empática e gentil com quem se encontra vulnerável, é preciso construir esses valores desde cedo. Quer melhor lugar para isso do que a escola?


Cuidado desde a infância

Os transtornos, aliás, podem bater na porta de muitos já na infância, e não há nada melhor do que uma rede de apoio amorosa para que as crianças e adolescentes se sintam seguros e confortáveis para aceitar ajuda nos espaços onde vivem. E a escola, mais uma vez, pode ser determinante.

É por isso que, hoje, enquanto se treina a mente, é também essencial educar as emoções. Essa ideia nem é de agora. Há mais de dois milênios, Aristóteles já falava sobre isso: “educar a mente sem educar o coração não é educação”.

 

Estrutura para lidar

Depressão, ansiedade... O desafio, aqui, não é se esforçar para não viver esses sentimentos, mas criar condições socioemocionais para saber lidar com eles.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que uma pessoa emocionalmente saudável é aquela capaz de administrar tudo isso para se recuperar dessas fases da vida.

A escola, portanto, tem um impacto fundamental na vida dos estudantes, considerando que é nela onde eles passam a maior parte dos seus dias.

No Colégio Santa Inês, uma das formas de ampará-los é por meio do programa do LIV (Laboratório Inteligência de Vida), que promove ações de inteligência e desenvolvimento emocional para estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.


Conheça o LIV clicando aqui